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Curiosidades sobre os Cavalos dos Mares

June 12, 2017

 

 

O Cavalo-marinho é, na realidade, um peixe e, apesar do seu nome, não tem qualquer relação com cavalos. No entanto, é diferente de qualquer outro peixe. Essa encantadora criatura nada praticamente na vertical, com o seu gracioso corpo arqueado na parte superior, encimado por uma cabeça parecida com a de um cavalo, com olhos que giram independentemente um do outro. Em vez de escamas, o cavalo-marinho tem uma armadura protetora de placas ósseas e possui uma forte cauda para se agarrar ao coral ou a plantas marinhas. Há cerca de 40 espécies, mas todos partilham um extraordinário ciclo reprodutivo em que o macho, e não a fêmea, passa pela gravidez.

 

Um cavalo-marinho macho e uma fêmea ligam-se para toda uma vida e reproduzem-se várias vezes ao longo do ano. O acasalamento começa com uma dança de corte de madrugada, com o par se balançando ao lado um do outro com as caudas entrelaçadas.

A fêmea usa então um longo órgão depositor de ovos o ovipositor, para depositar centenas de viscosos ovos vermelhos em uma bolsa especial no abdome do macho. O macho fertiliza os ovos com o seu esperma. A bolsa fecha-se durante várias semanas, enquanto os ovos chocam e os cavalos-marinhos imaturos se desenvolvem. Para “dar a luz”, o macho faz uma série de movimentos caprichosos a fim de expelir os juvenis da bolsa. Os novos cavalos-marinhos estão completamente formados e capazes de se defender instantaneamente.

 

Esses animais incríveis encontram-se nas águas costeiras mais quentes, onde habitam recifes de coral, mangues e prados de algas marinhas. A maior parte das espécies ocorre nos oceanos Atlântico, Pacífico e Índico, apesar de serem conhecidas duas espécies nas águas norte europeias.

Camuflagem:

Apesar de serem tão diferentes de outros habitantes dos oceanos, os cavalos-marinhos são bem discretos e procuram se camuflar entre pedras, algas e corais.

Algumas espécies são capazes de mudar de cor para se confundir com o ambiente e outras contam com espinhos e saliências que servem para confundir os predadores.

Quase imóveis:

Com suas pequenas nadadeiras, eles se movem devagar e têm de se esforçar para vencer a força das águas.

Para não serem arrastados pela correnteza, geralmente enroscam a cauda em algas, corais e plantas e ficam quietinhos, esperando a passagem de larvas de camarões, pequenos moluscos e outros animais minúsculos, que sugam da água para se alimentar.

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